Bruno Cunha Lima: incompetência, arrogância e desastre à frente de Campina Grande

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Um conjunto de aspectos define o prefeito de Campina Grande.
É impossível olhar para o prefeito Bruno Cunha Lima e não perceber o tamanho de sua incompetência à frente do Executivo da segunda maior cidade do Estado.
Sob qualquer perspectiva, ela se revela quando surgem os problemas de sua administração: o gestor simplesmente desaparece. Foge da imprensa, não concede entrevistas, não realiza coletivas, não suporta o contraditório. Por dias, o que se produz é apenas o silêncio — o silêncio da incompetência, da falta de postura governamental, da imaturidade política que o acompanha e da incapacidade de pensar e apresentar soluções.
Escondido atrás de secretários, assessores ou amigos mais próximos que saem em sua defesa, o prefeito se recusa a enfrentar os problemas da cidade, muitos deles criados por sua própria incapacidade administrativa. Como uma criança rica e mimada que erra e se envergonha por não ter condições morais de assumir o erro, ele se afasta até se sentir novamente confortável para voltar à evidência.
Invariavelmente, retira de si a responsabilidade e a transfere para as mais diversas circunstâncias. Com discursos fantasiosos e desculpas esfarrapadas, retoma o posto de chefe do Executivo para, mais uma vez, verbalizar o mundo encantado que existe em sua cabeça — pouco preenchida de resultados concretos, já que quase nada de efetivo pode ser visto em sua gestão.
Outro traço evidente na figura do prefeito de Campina Grande é a arrogância. A soberba, a absoluta falta de humildade e a incapacidade de se relacionar com as pessoas fora de dois contextos específicos: momentos encenados para produzir imagens para seu mundo fantasioso e criativo, ou ocasiões de interesse político-eleitoral.
Sua arrogância é tão exacerbada que compromete até as relações institucionais, fundamentais em qualquer esfera — seja política, empresarial, religiosa ou administrativa. Que o digam vereadores, tanto da oposição quanto da base governista, além de secretários e assessores, que frequentemente externam insatisfação com a postura presunçosa do gestor.
Desastre. Este é, sem dúvida, o retrato da gestão Bruno Cunha Lima. Em todos os cantos da cidade, uma só voz ecoa ao se falar da administração municipal. E não se trata apenas de críticas de opositores insatisfeitos ou invejosos: até mesmo dentro da sede do governo municipal, entre aqueles que ali trabalham, multiplicam-se os relatos de falhas e erros graves desta gestão.
Em qualquer roda de conversa onde o tema seja a administração campinense, rapidamente surgem exemplos de situações desastrosas em diversas áreas da gestão pública. Há caos na saúde, crise financeira, atraso no pagamento de colaboradores, desrespeito com trabalhadores que, além de não receberem, ainda são alvo de deboches.
Fala-se em abuso de poder, crise com o Legislativo, problemas ambientais como a situação do Açude Velho — cartão-postal da cidade —, secretários despreparados, falhas sem solução em várias secretarias, falta de insumos para o trabalho, ausência de postura firme e comprometida na política, entre tantos outros problemas amplamente citados pela população.
Incompetência, arrogância e desastre: sinônimos de uma administração.
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