Política

R$ 2,5 milhões e vida que segue: vazamento não freia Petrobras na Foz do Amazonas

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O Ibama multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões após um vazamento de fluido ocorrido no dia 4 de janeiro, na Bacia da Foz do Amazonas, a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá. O incidente teve origem na instalação Navio Sonda 42 (NS-42), que realizava atividades de

exploração de petróleo e gás na região.
Segundo o Ibama, o material derramado é uma mistura oleosa usada na exploração, contendo componentes classificados como de risco médio para o ecossistema aquático e para a saúde humana. A Petrobras terá 20 dias para efetuar o pagamento da multa ou apresentar defesa administrativa.

Em entrevista à agência Reuters, o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, afirmou que o órgão adota critérios ambientais rigorosos, especialmente devido à alta sensibilidade ambiental da Foz do Amazonas, que abriga áreas de corais e manguezais, aumentando a vulnerabilidade a impactos.

A Petrobras informou que o fluido é biodegradável, não persistente, não bioacumulável e não tóxico, e declarou que adotará as providências cabíveis diante do auto de infração. Apesar da multa, as atividades foram retomadas nesta semana, após autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que impôs condicionantes rigorosos para a continuidade da exploração.
Fonte: G1 Amapá

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