DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA… E BOLETO: Suplente investigado por lavagem no INSS paga R$ 51 mil para Efraim Filho

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Um novo elemento surge no escândalo envolvendo fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e lança luz sobre movimentações financeiras consideradas atípicas por órgãos de controle.
Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que Erik Janson Marinho, investigado por suspeita de atuar na lavagem de dinheiro em esquemas ligados ao INSS, realizou o pagamento de um boleto no valor de aproximadamente R$ 51 mil em nome do senador Efraim Filho, líder do União Brasil no Senado.
Erik, que ocupa a posição de segundo suplente do parlamentar, foi alvo da Polícia Federal em uma das fases da chamada Operação Sem Desconto, que investiga desvios milionários envolvendo benefícios previdenciários.
🔎 Investigação em curso
De acordo com as apurações, Erik Janson Marinho é suspeito de integrar uma estrutura voltada à ocultação e movimentação de recursos ilícitos, possivelmente oriundos de fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS.
O pagamento do boleto foi identificado como uma transação fora do padrão, sendo incluído em relatórios de inteligência financeira que auxiliam nas investigações da Polícia Federal.
💰 A explicação do senador
Em resposta, o senador Efraim Filho afirmou que o pagamento ocorreu em caráter pessoal. Segundo ele, no dia do vencimento do boleto, não havia saldo suficiente em sua conta, motivo pelo qual pediu ajuda ao suplente.
O parlamentar declarou ainda que tentou devolver o valor posteriormente, mas não houve cobrança por parte de Erik. Ele também ressaltou que não é alvo de investigação e classificou a transação como parte de uma relação privada.
⚠️ Pontos de atenção
Apesar de o nome do senador aparecer no relatório financeiro, não há, até o momento, qualquer acusação formal contra ele. A investigação segue concentrada na atuação de Erik Janson Marinho e outros suspeitos de participação no esquema.
O caso, no entanto, amplia a pressão sobre figuras políticas ligadas, direta ou indiretamente, a investigados no escândalo que ficou conhecido como a “farra do INSS”.
📌 Fonte
Estadão
Metrópoles
Relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)
Informações da Polícia Federal
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