Marcos de Brito Campos Júnior, diretor de Administração e Finanças do Departamento Nacional de Infraestruturas de Transportes (DNIT), permanece no cargo e a gerir um orçamento de 11 mil milhões de reais, apesar de utilizar pulseira eletrónica e estar a ser investigado pela Polícia Federal. Alvo da “Operação Sem Desconto”, é suspeito de envolvimento num esquema de fraudes com aposentados do INSS. O ministro do STF, André Mendonça, negou o pedido de prisão preventiva, impondo apenas medidas cautelares, o que permite que Marcos de Brito continue a exercer as suas funções enquanto aguarda o desenrolar do processo.