PF INTERROGA BOLSONARO NA PAPUDA POR POSTAGEM COM ATAQUES AO PRESIDENTE LULA

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A Polícia Federal (PF) ouviu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Penitenciária da Papuda, em Brasília, no âmbito de um inquérito que investiga postagens feitas nas redes sociais em que ele ataca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O depoimento ocorreu nesta semana e faz parte de uma apuração por possíveis crimes contra a honra, como calúnia e injúria.
A oitiva foi realizada na ala conhecida como “Papudinha”, onde Bolsonaro está custodiado. Segundo informações apuradas, os investigadores questionaram o ex-mandatário sobre o conteúdo, o contexto e a autoria de publicações em que Lula é associado a termos ofensivos e a insinuações sobre sua conduta pessoal e política.
O que motivou a investigação
O inquérito foi instaurado após uma postagem divulgada por Bolsonaro em março de 2025, na qual ele se referiu ao presidente Lula de forma pejorativa e colocou em dúvida sua índole e legitimidade política. O conteúdo ganhou ampla repercussão e levou à representação formal para apuração criminal.
Para a PF, o objetivo do depoimento é esclarecer se as manifestações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão e configuram ataques pessoais passíveis de responsabilização penal.
Defesa fala em crítica política
A defesa de Bolsonaro sustenta que as declarações investigadas se enquadram no campo da crítica política, alegando que não houve intenção de ofender a honra pessoal do presidente, mas sim de questionar decisões e narrativas do atual governo. Os advogados afirmam ainda que o ex-presidente apenas exerceu seu direito de opinião.
Depoimento sob sigilo
Até o momento, o conteúdo do interrogatório não foi divulgado, e a Polícia Federal mantém sigilo sobre os detalhes da oitiva. Após a conclusão das diligências, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se apresenta denúncia ou solicita o arquivamento do caso.
Contexto político e judicial
O depoimento ocorre em meio ao cenário de isolamento político e judicial de Bolsonaro, que responde a diversos processos e investigações após deixar a Presidência da República. O caso reforça o embate institucional entre o ex-chefe do Executivo e o atual governo, agora transferido do campo político para a esfera criminal.
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