Polêmica internacional: estudo com bebés na Guiné-Bissau é classificado como “antiético” pela OMS

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Um estudo financiado pelos Estados Unidos para testar diferentes esquemas de aplicação da vacina contra a hepatite B em recém-nascidos na Guiné-Bissau provocou forte reação internacional.
O projeto previa comparar bebés que receberiam a vacina ao nascer com outros que só seriam vacinados seis semanas depois.
A proposta gerou indignação da Organização Mundial da Saúde, que classificou o ensaio como “antiético”, alertando que atrasar uma vacina comprovadamente eficaz pode colocar crianças em risco de infecção crônica, cirrose e até câncer de fígado.
Diante da repercussão negativa, autoridades guineenses anunciaram a suspensão do estudo para reavaliação ética.
Embora narrativas nas redes sociais tenham sugerido que a pesquisa estaria ligada a políticas anti vacinas dos EUA, não há comprovação oficial dessa alegação. A controvérsia gira principalmente em torno dos critérios éticos do estudo.
Fontes:
OMS – Declaração oficial sobre o ensaio de vacina na Guiné-Bissau
Stat News – Reportagem sobre o financiamento e desenho do estudo
Africanews – Notícia sobre a suspensão do projeto
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