Política

NÃO VAI COLAR: TENTAM JOGAR NAS COSTAS DO PREFEITO LEO A PROIBIÇÃO DOS AMBULANTES NA PRAIA, MAS DECISÃO VEIO DO MP

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Nos bastidores da política local, começou a circular a tentativa de atribuir ao prefeito Leo Bezerra a responsabilidade pela proibição da atuação de ambulantes nas praias — medida que, na prática, decorre de determinação do Ministério Público.

De acordo com o que consta no próprio texto da decisão, a orientação parte do MP, que tem atuado na fiscalização e ordenamento de áreas públicas, incluindo a faixa litorânea. Ou seja, não se trata de uma iniciativa isolada da gestão municipal, mas sim do cumprimento de uma recomendação institucional com força legal.

Mesmo assim, adversários políticos e setores interessados tentam construir a narrativa de que a medida seria uma escolha direta do prefeito, numa clara tentativa de desgaste da imagem da gestão diante da população — especialmente dos trabalhadores informais que dependem da atividade para garantir renda.

A estratégia, no entanto, encontra dificuldade em se sustentar diante dos fatos. Documentos e informações oficiais deixam claro que a prefeitura atua dentro dos limites estabelecidos pelo Ministério Público, sob risco de sanções caso descumpra as determinações.

Nos bastidores, a avaliação é de que essa tentativa de “terceirizar a culpa” não deve prosperar. A população tem acesso cada vez mais rápido à informação e tende a distinguir decisões políticas de obrigações legais impostas por órgãos de controle.

No fim das contas, o episódio revela mais sobre o jogo político do que sobre a gestão em si — e reforça que, nesse caso, a conta não fecha para quem tenta empurrar a responsabilidade para o colo errado.

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