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A condenação de Paulinho da Força foi proferida no dia 5 de junho de 2020 pela 1ª Turma do STF.
A 1ª Turma do STF condenou o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) a 10 anos e 2 meses de prisão, além da perda do mandato e da inelegibilidade, por participação em um esquema de desvio de verbas do BNDES, investigado na Operação Santa Tereza (2008).
Segundo a PGR, Paulinho foi beneficiário de fraudes em contratos de R$ 130 milhões e R$ 220 milhões com a prefeitura de Praia Grande (SP) e as Lojas Marisa, contando com a participação de um ex-assessor e de um advogado ligados à Força Sindical. Parte dos valores liberados teria sido repartida entre os envolvidos.
O julgamento terminou em 3 a 2: Alexandre de Moraes e Marco Aurélio votaram pela absolvição, mas Barroso, Fux e Rosa Weber formaram a maioria pela condenação, citando “robusto conjunto de provas”. O deputado também foi condenado a ressarcir R$ 182,5 mil (valor de 2008, atualizado).
A defesa disse receber a decisão “com tranquilidade”, destacou o placar apertado e afirmou que Paulinho irá recorrer ao plenário do STF para tentar reverter a sentença.