PASTORES DO PARANÁ SÃO CONDENADOS PELO STF POR FINANCIAMENTO DOS ATOS 08 DE JANEIRO

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O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou dois pastores de Maringá, no Paraná, a 14 anos de prisão, além do pagamento de multa de R$ 30 milhões cada, por envolvimento no financiamento dos atos antidemocráticos de Atos de 8 de janeiro de 2023.
Os condenados são Éder Carlos Furlan e Cícero Aparecido Fernandes. De acordo com investigações da Polícia Federal, ambos financiaram a ida de manifestantes a Brasília, incluindo o aluguel de dois ônibus que transportavam 84 pessoas para participar das ações.
Ainda segundo a apuração, os pastores teriam utilizado nomes de terceiros e empresas para ocultar os gastos relacionados à operação, numa tentativa de dificultar o rastreamento dos recursos.
Crimes e decisão final
Os dois foram considerados culpados por uma série de crimes graves, entre eles:
Abolição violenta do Estado Democrático de Direito
Golpe de Estado
Dano qualificado
Deterioração de patrimônio tombado
Associação criminosa armada
Os recursos apresentados pela defesa foram rejeitados pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso na Corte. Com isso, o processo transitou em julgado neste mês, ou seja, não cabe mais recurso.
Até o momento, as defesas de Éder Furlan e Cícero Fernandes não se manifestaram publicamente sobre a decisão.
Contexto
Os atos de 8 de janeiro marcaram um dos episódios mais graves contra a democracia brasileira desde a redemocratização, com a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília. Desde então, o STF vem julgando e responsabilizando participantes e financiadores das ações.
Fonte: Informações com base em investigações da Polícia Federal e decisões do Supremo Tribunal Federal divulgadas pela Agência Brasil.
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