Faz um ano que o Supremo trabalha com uma cadeira vazia. A vaga abriu com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, logo depois dos julgamentos da trama golpista que condenaram Jair Bolsonaro.
Lula indicou Jorge Messias, advogado-geral da União, mas o Senado rejeitou o nome no plenário. Foi a primeira vez em 132 anos que isso aconteceu. Agora, Rodrigo Pacheco aparece como favorito para uma nova indicação, que pode sair ainda este ano.
No meio disso, a corte vive a crise do Banco Master, com mensagens atribuídas a Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro e atritos entre os próprios ministros. E quem vencer no domingo (25) deve indicar pelo menos três ministros nos próximos quatro anos.