Política

O PLANO É FAZER O PLANO? DOCUMENTO DE CANDIDATA DO DC À PRESIDÊNCIA NÃO TEM METAS CONCRETAS

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A candidata Clariana Barão, do Democracia Cristã (DC), chamou atenção após o plano de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ganhar repercussão nas redes sociais pelo conteúdo genérico e repetitivo.

O documento tem 15 páginas, divididas em seis grandes áreas, como saúde, educação, economia e segurança. Ao todo, são 30 tópicos que seguem praticamente a mesma estrutura, com objetivos semelhantes, diretrizes amplas e “indicadores sugeridos”.

O próprio texto informa que se trata de uma “versão estruturada para desenvolvimento programático” e que as metas quantitativas ainda deverão ser definidas posteriormente. Não há valores de investimento, percentuais de redução ou expansão, número de obras ou outras metas concretas para as principais políticas propostas.

O material apresenta apenas um cronograma geral, dividido entre os primeiros 100 dias, o primeiro ano e os anos seguintes de governo.

Nas redes sociais, usuários ironizaram o documento e levantaram suspeitas de que ele teria sido produzido por inteligência artificial, devido ao formato padronizado. Não há, porém, comprovação de que IA tenha sido utilizada na elaboração.

A apresentação das propostas de governo é obrigatória para candidatos ao Executivo no momento do registro da candidatura perante a Justiça Eleitoral.

Fonte: Diário do Porto

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