Aos 93 anos, o aposentado poderia ficar em casa no dia da eleição, já que, pela Constituição, o voto é facultativo para quem tem mais de 70 anos.
Mesmo assim, ele garante que vai comparecer à urna. “Eu não preciso mais votar, mas vou pelo bem do Brasil, dos meus filhos e dos meus netos”, afirma o eleitor, que diz não ter perdido nenhuma votação desde que tirou o primeiro título.
Para ele, o gesto é uma forma de cuidar do futuro de quem vem depois. Ele lembra que viveu períodos em que o país não escolhia seus governantes e que, por isso, valoriza cada oportunidade de se manifestar nas urnas.